terça-feira, 8 de junho de 2010
Inamovível
Desses dias pra cá, tudo parece não ter sentido. Coisas que eu pensava fazer, agora já não tem a mínima importância. Parece que com o passar do tempo, a vida se torna mais semelhante ao passado, coisa incomum, que tem sentido nenhum, mas na realidade, algo acontecerá. O que eu mais queria agora, era congelar no tempo, parar por pelo menos 5 dias sem saber dos desastres do mundo e da vida. Ficar inamovível, sem pensar, andar, respirar, amar... Coisas sem sentido não nos levam a lugar algum, só nos fazem sofrer por algo que não existe, nos levam ao mundo subterrâneo sem volta, e nos prendem por um longo tempo, até se dar por conta de que o tempo está agindo, e nós tumultuando arrependimentos e desgastes que fizemos nele. Talvez, a melhor coisa que temos a fazer, é recomeçar uma vida, enquanto o tempo não nos tem como inimigos, ainda.
sábado, 5 de junho de 2010
Nostalgia
Tenho passado por tantas dificuldades atualmente, que me deixam até com saudade! Algo parece revelar o que sinto, mas ao mesmo tempo esconder. Não penso que será sempre assim, mas enquanto ser, quero viver na nostalgia... Pode ser bruto, mas apesar disso, terá um conceito, que será seguir em frente, e apenas viver naquilo que temos certeza que virá, o fim! O fim muitas vezes é a pior das coisas que existe, mas se pensarmos por nós mesmos, veremos que não é tão ruim assim.
Tenho passado por noites frias e conceituadas, que me obrigaram a pensar na obrigatoriedade de ter em mim a esperança e a razão, sendo que muitas vezes elas nos predominam, mas apenas tendo-as em si, seria algo realizado... Vejo o sol fervendo no ar e o vento dominando as águas, sinto uma pressão enorme em mente de terminar com aquilo tudo que me encasula nas redes da saudade, terminar com a insegurança que não consegue desabrochar e sumir com o pesadelo de temer pelo futuro. Coisas impossíveis, mas certamente serão avaliadas e correspondidas...
Tenho passado por noites frias e conceituadas, que me obrigaram a pensar na obrigatoriedade de ter em mim a esperança e a razão, sendo que muitas vezes elas nos predominam, mas apenas tendo-as em si, seria algo realizado... Vejo o sol fervendo no ar e o vento dominando as águas, sinto uma pressão enorme em mente de terminar com aquilo tudo que me encasula nas redes da saudade, terminar com a insegurança que não consegue desabrochar e sumir com o pesadelo de temer pelo futuro. Coisas impossíveis, mas certamente serão avaliadas e correspondidas...
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Adrenalina
O fato de sentir um tremendo mal estar dentro de mim me deixa preocupada - até por que nunca senti isso exageradamente - e até mesmo entusiasmada. Não sei o que tenho ou o que devo fazer. Não sei direito o que posso chamar isso, talvez de ansiedade, ou de fragilidade, ou até mesmo de adrenalina. Sinto que algo me consome, algo meio estranho. Talvez possa ser apenas mais uma das minhas histórinhas, ou posso ser realista. Parecido com a história do "bicho papão", mas claro, mais forte. Acredito que seja pela falta que você me faz, ou pelo fato de eu nunca mais te ter em meus braços, como te tive no passado. Ou será que isso também foi um sonho? Acho que para eu conseguir reconquistar seu coração, devo me adrenalizar. Não sabe o que é isso? Devo curtir a adrenalina, chama-la para perto, procura-la, persegui-la. Quem sabe só assim terei você de volta, e se não funcionar, só lamento. Mas eu tentei!
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